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Para incluir pequenos empreendedores, Agenda BC# reforça cooperativismo e microcrédito

A Agenda BC# tem incentivado o desenvolvimento de várias ações ligadas ao cooperativismo e ao microcrédito. Na visão do Banco Central, essas ferramentas possuem capilaridade para atingir um número expressivo de pessoas em todo o país. Desta forma, há mais espaço para democratizar os mercados financeiros e fortalecer a inclusão financeira dos pequenos e médios empreendedores.

“Em muitas cidades do interior não há atendimento bancário ou isso ocorre de forma limitada. O cooperativismo é um movimento essencial para levar serviços bancários a essas comunidades e, juntamente com o microcrédito, pode auxiliar bastante o acesso ao crédito, bem como oferecê-lo em condições de maior concorrência, ou seja, a menor custo para o tomador”, explica Fabio Araujo, chefe da Assessoria Econômica ao Presidente do BC.

Os projetos ligados ao cooperativismo da Agenda BC# preveem mais eficiência e mais competição. Entre eles, estão a ampliação dos instrumentos de captação de recursos, como as letras financeiras, as letras imobiliárias garantidas, a poupança rural e a habitacional, a possibilidade de concessão de empréstimos sindicalizados, o aprimoramento da governança, a modernização do conceito de área de admissão e as assembleias virtuais.

Já com relação ao microcrédito, dois aumentos do limite de renda para acesso ao instrumento foram realizados – o primeiro, via norma do BC, elevando o limite de R$ 120 mil para R$ 200 mil e o segundo, na medida provisória que instituiu o Novo Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, passando de R$ 200 mil para R$ 360 mil. O programa também permitiu a dispensa da visita presencial e tornou mais fácil a manutenção do atendimento à microempresa.

“O cooperativismo e o microcrédito são ferramentas estáveis, de bastante importância na difusão do acesso ao crédito. Os dois possuem imenso potencial para aumentar a competitividade no sistema financeiro brasileiro e, consequentemente, promover uma maior inclusão”, defende Araujo.

Juros longos
De acordo com ele, o nível de incerteza da economia nos últimos anos no Brasil dificultou a concessão de financiamentos de longo prazo. No entanto, há uma nova perspectiva com a melhora do quadro fiscal do país e a com a queda da taxa Selic.

“Estamos observando um processo de queda dos juros longos. Isso quer dizer que a estabilização da situação fiscal está abrindo espaço para novos investimentos e também que haverá mais recursos para serem investidos nas pequenas e médias empresas. É aí que entra a Agenda BC#, que está trabalhando para que o microcrédito e o cooperativismo sejam incentivados”, conclui o assessor.

Fonte: Banco Central do Brasil

https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/416/noticia

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